20 de agosto de 2009

Gente, agora não!

Se tem uma coisa que me irrita é gente que não percebe que está atrapalhando. Ou até percebe, mas que se danem os outros, o problema é deles.
Já falei em outro texto sobre as pessoas que ficam nas portas dos ônibus. Elas atrapalham demais só pra não passarem dos seus pontos.
Mas o que me fez trazer essa história à baila novamente, foi o que aconteceu na cantina da faculdade esses dias. Lá funciona assim: tem uma fila para pegar as fichas. Você paga, recebe uma ficha e pede no balcão. Só que o balcão não é muito grande. Esses dias eu estava tentando pedir uma coxinha e não conseguia, justamente porque tinha muita gente no balcão. Se ainda fosse gente que ainda não fez o pedido, tudo bem, eu espero a minha vez, afinal eles chegaram primeiro. Mas é gente que pediu, pegou o pedido e ficou lá com o umbigo no balcão comendo. Eu não conseguia nem enxergar o que tinha nas estufas e nem fazer meu pedido.
Outra coisa que também me fez querer falar disso são as pessoas que ficam paradas na porta esperando alguma coisa e nem se tocam. Ou está com algum amigo conversando e o amigo tem que seguir pro outro lado e vocês ficam parados ali atrapalhando a passagem.
E tem também, não só as que atrapalham com sua simples presença na passagem, mas aquelas que não se tocam que é a hora de fazer silêncio. Quantas vezes eu já não passei por aquela situação de estar ao telefone e mais gente na mesma sala falando alto do seu lado... Em casa acontece muito, às vezes eu estou ao telefone e passa meu irmão brincando com o cachorro e gritando.
E não é só ao telefone. Eu moro em um apartamento no térreo que as janelas dos quartos são viradas para a garagem. E quantas vezes eu já não acordei às 09:00 de um domingo com vizinhos lavando carros e escutando música. .. E se pedimos para eles esperarem mais um pouco, eles são grossos. Minha mãe já até discutiu com um dos vizinhos que achava que 10:00 da manhã de um domingo já não era mais hora de dormir. Tudo bem, não é tão cedo mesmo, mas que fosse 16:00, eles falam alto demais e escutam música no som do carro com volume alto demais que não precisa ninguém estar dormindo pra se sentir incomodado.
E aquelas pessoas que insistem em fazer um comentário quando o professor está no ápice do discurso. Como eu já tenho liberdade com o pessoal da sala, eu nem olho, só faço o sinal pra esperar. Eu não vou me prejudicar por conta da necessidade de expressão de um colega. Não vou não.
O mais curioso é como que uma pessoa não percebe que está atrapalhando, né?

Um comentário:

Luiza disse...

Nossa é verdade, odeio isso! Principalmente quando você está conversando com alguém num assunto muito interessante e chega alguém que parece que não dá pra esperar e começa a falar com o outro te cortando e se você tenta cortar ele também, ser fica estressadinho!